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Radiocomunicação Digital: Estado de Arte da Conectividade.

Vivemos uma época de travessia, de transposição tecnológica. Despedimo-nos dos sistemas analógicos e caminhamos rumo à implantação de sistemas digitais. Em verdade, o fênomeno da Convergência Tecnológica tornou o rádio menos rádio e mais computador. Para se ter uma idéia do avanço, todo terminal de radiocomunicação digital, terá um numero de IP atribuído a ele, que o gerenciará. Rádios extraviados ou furtados poderão ser excluidos da rede a distância, o rádio terá inteligência para mudar de canal automaticamente quando deixar a área de cobertura de uma repetidora e ingressar em outra. Tudo será mais simples e prático, pois haverá inteligência nativa no sistema. Terceiros prestadores de serviço terão acesso somente aos canais que o gestor determinar. A criptografia do sistema impedirá que pessoas desautorizadas acessem a rede sem autorização.

Para que tudo isso se torne realidade estudos técnicos detalhados de topografia, relevo e propagação de sinais deverão ser realizados, sempre antes da aquisição do sistema, para se evitar gastos desnecessários e retrabalhos. A correta locação das torres tendo em vista não somente a Radiocomunicação mas também as tecnologias da agricultura de precisão. Já conseguimos economizar muitos recursos aproveitando o mesmo ponto de repetição para ambos os sistemas. Ainda falando de topologia e arquitetura de rede, os enlaces entre repetidoras, popularmente chamados de links, passarão a utilizar canais de microondas, e para tanto, necessitarão da instalação de um outro sistema paralelo a sistema dos terminais. Sistemas com mais de uma repetidora linkada necessitarão ser gerenciados por servidores e todo o Sítio de Repetição passará ser de fato um Centro de Processamento de Dados.

Para recepcionar essa nova tecnologia (e outras da agricultura de precisão), muitos sítios de repetição necessitarão ser redesenhados, pois o risco de pane será iminente caso a infra estrutura cívil e elétrica não seja adequada. Para a TI nada disso é novidade. Políticas de gestão de recursos, padronização de fornecedores, premissas de infra estrutura, fazem parte de seu cotidiano na administração de recursos de informação.
O controle do parque de rádios deverá ser preciso e contínuo, para que o gestor possa de fato ser soberano sobre a rede e executar a Política de Radiocomunicação determinada pela diretoria. Usuários necessitarão ser treinados e orientados sobre o recurso para poderem usufruir dos recursos que proporcionarão maior agilidade e produtividade a planta industrial como um todo. É tempo de planejamento.

Para que a Tecnologia não se torne um pesadelo, haja vista toda a implantação envolver valores vultosos, muitas empresas deverão repensar sua percepção do recurso e abandonar a idéia que basta comprar o equipamento que tudo se resolverá. Comprar o equipamento é sim parte do processo, mas deverá acontecer somente depois que testes conclusivos verificarem a eficácia que decorrerá o investimento. Fatores decisivos como disponibilidade de canais na Anatel para a região, faixa de frequencia adequada, testes práticos e teóricos de propagação de sinais, definição de premissas de infra estrutura, podem fazer os mais afoitos naufragarem nesse novo ambiente.

O Grupo Avanzi, com mais de 30 anos de experiência, pode ajudar sua empresa nessa tarefa.

A chave do sucesso nessa transição é diagnosticar o que se tem, entender o que se precisa e traçar metas para se alcançar os objetivos.

Dane Avanzi
Gerente de Marketing Grupo Avanzi
Diretor Superintendente do Instituto Avanzi

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