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Não Compre Rádio. Compre Disponibilidade de Informação.

A radiocomunicação comercial é ideal para a comunicação instantânea, seja para pessoas físicas ou jurídicas, de direito privado ou público, para fins de execução de determinadas tarefas.

Tal modalidade de serviço de telecomunicação possui a grande vantagem de não ser tarifada, pagando o usuário um valor anual baixíssimo pelo serviço, acessível 24 horas por dia, 365 dias por ano.

O sistema pode ser customizado de acordo com a necessidade do usuário, sendo tal escalabilidade a razão pela qual atrai usuários de vários segmentos da economia, para várias aplicações e de diversos portes, desde um restaurante com 3 ou 4 rádios portáteis, até uma rede de segurança pública com mais de 20 mil terminais.

O objetivo de qualquer sistema de radiocomunicação, seja grande ou pequeno, é disponibilizar informação de qualidade entre 2 ou mais pessoas. Quando a área que se pretende disponibilizar o sinal é pequena a missão é relativamente simples do ponto de vista técnico.

No entanto quando a area de interesse abrange muitos quilometros quadrados é indispensável um estudo de viabilidade técnica, antes de se fazer qualquer coisa. Em se tratando de sistemas outdoor com mais de 30 km de raio de alcance, o equipamento de radiocomunicação passa a ser parte de um conjunto, a que chamamos Sistema de Radiocomunicação.

A incompreensão desse conceito por parte de compradores e gestores do recurso leva a muitos erros, e, consequantemente gastos desnecessários. Há muitos clientes de grande porte que sequer tem um gestor para o assunto. Nessas empresas cada departamento vai comprando e instalando desordenandamente sem um projeto único e aderente as normas e padrões da Anatel.

Parafraseando Robert Kyiosaki, autor do best seller “Pai rico, Pai Pobre”, assim como raramente se resolve um problema financeiro, com mais dinheiro, não se resolve “doenças” de um sistema de radiocomunicação, simplesmente comprando radios somente.

É correto afirmar que comprar equipamentos antes do diagnóstico de quais os reais problemas que existem na rede somente irá gerar mais um problema, pois o gestor terá que explicar para a alta direção da empresa, porque o investimento não teve retorno. O problema mais grave com relação a gestão do serviço de radiocomunicação é não haver gestor formalmente designado pela direção da empresa, ou ainda, haver um gestor que não exerce sua atividade em plenitude. Na maioria das vezes isso ocorre não por incompetencia do gestor, mas sim pelo acúmulo de tarefas associado a falta de conhecimento sobre o assunto que é bastante complexo.

Quando há gestor nos deparamos com 2 tipo de situações. Há o gestor usuário do serviço e há o gestor administrador do recurso. A visão e percepção do Sistema de Radiocomunicação de um para o outro é completamente diferente, e para o fornecedor de produtos e serviços de radiocomunicação desenvolver seu trabalho a contento é muito importante saber lidar com as expectativas e demandas de cada tipo de gestor.

Em qualquer dos casos será imprescindível ao gestor atuar como “facilitador”das necessidades do projeto entre os departamentos usuários do serviço e a alta direção da empresa, em todas as partes do projeto, sendo as principais, a saber: Definição de necessidades, elaboração de projeto básico, mapeamento de recursos humanos e materiais para execução do projeto, elaboração de termo de referencia para aquisição dos recursos, definição de política de manutenção do sistema.

Ainda falando deste tópico, é essencial no processo de garantir efetividade ao serviço de raidocomunicação a escolha de frequencias junto a Anatel.

Dane Avanzi
Gerente de Marketing Grupo Avanzi
Diretor Superintendente do Instituto Avanzi

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